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	<title>Arquivos igreja católica - Rezar o Terço - Novenas e Orações</title>
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	<description>Espaço católico para você rezar o terço e renovar sua fé cristã com orações, novenas, preces e muito mais.</description>
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	<title>Arquivos igreja católica - Rezar o Terço - Novenas e Orações</title>
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		<title>A Igreja Indispensável: Porque Sou Católico 100%?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 16:44:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PRIMEIRA PARTE DO LIVRO: &#8220;A IGREJA INDISPENSÁVEL&#8220; Nº1. Philip Jenkins, renomado professor de história e estudos religiosos da Pennsylvania State University, chamou ao anti-catolicismo &#8220;o preconceito aceitável nos Estados Unidos&#8221;. É difícil contestar esse Juízo: nos nossos meios de comunicação e na nossa cultura popular, pouca coisa é inadmissível quando se trata de ridicularizar ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">PRIMEIRA PARTE DO LIVRO: &#8220;<span style="color: #000000;"><strong>A IGREJA INDISPENSÁVEL</strong></span>&#8220;</p>
<div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong><span style="color: #b22222;">Nº1</span>. </strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Philip Jenkins, renomado professor de história e estudos religiosos da Pennsylvania State<img decoding="async" style="float: right; width: 200px; height: 356px;" src="https://rezaroterco.com.br/wp-content/uploads/2018/04/1-a-igreja-indispensavel-porque-sou-catolico-100.jpg" alt="" /> University, chamou ao anti-catolicismo &#8220;o preconceito aceitável nos Estados Unidos&#8221;. É difícil contestar esse Juízo: nos nossos meios de comunicação e na nossa cultura popular, pouca coisa é inadmissível quando se trata de ridicularizar ou de satirizar a Igreja. Os meus alunos, quando têm alguma noção a respeito dela, só sabem mencionar a sua pretensa &#8220;corrupção&#8221;, sobre a qual ouviram intermináveis histórias de <span style="color: #000000;"><strong><em>duvidosa credibilidade</em></strong></span> dos seus professores do ensino médio.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><span style="font-size: 18px;">A questão é que, no ambiente cultural da atualidade, é fácil esquecer &#8211; ou não tomar conhecimento se quer &#8211; tudo aquilo que a nossa civilização deve à Igreja Católica. Muitos reconhecem que ela influenciou, sem dúvida, a música, a arte e a arquitetura, mas não vão além disso. Para o nosso estudante do ensino médio, a história do catolicismo pode ser resumida em três palavras: </span><b style="font-size: 18px;">ignorância, repressão e </b><span style="font-size: 18px;"><b>estagnação</b></span><b style="font-size: 18px;">;</b><span style="font-size: 18px;"> ninguém fez o menor esforço por mostrar-lhe que a civilização ocidental deve à Igreja o sistema universitário, as ciências, os hospitais e a previdência, o direito internacional, inúmeros princípios básicos do sistema jurídico, etc. etc. O propósito deste livro é precisamente mostrar essas influências decisivas, mostrar que devemos muito mais à Igreja Católica do que a maior parte das pessoas &#8211; incluídos os católicos &#8211; costumam imaginar. Porque, para sermos exatos, foi ela que </span><span style="color: #000000;"><strong>construiu</strong></span><span style="font-size: 18px;"> a civilização ocidental. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Como nem é preciso dizer, o Ocidente não deriva apenas do catolicismo; ninguém pode negar a importância da antiga Grécia e de Roma, ou das diversas tribos germânicas que sucederam ao Império Romano do Ocidente, como elementos formadores da nossa civilização. E a Igreja não só não repudiou nenhuma dessas tradições, como na realidade apredeu e absorveu delas o melhor que tinha para oferecer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Nenhum católico sério pretende sustentar que os eclesiásticos tenham acertado em todas as decisões que tomaram. Cremos que a Igreja manterá a <span style="color: #000000;"><strong>integridade da fé </strong></span><span style="color: #333333;">até</span> o fim dos tempos, não que cada uma das açoes de todos os papas e bispos que já houve esteja acima de qualquer censura. Pelo contrário, distinguimos claramente entre a <span style="color: #000000;"><strong>santidade da igreja,</strong></span> enquanto guiada pelo Espírito Santo, e a natureza inevitavelmente pecadora dos homens que a integram, incluídos os que atuam em nome dela.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Mas estudos recentes têm a revisão uma série de episódios históricos tradicionalmente citados como evidências da iniquidade dos eclesiásticos, e a conclusão a que chegam depõe em favor da Igreja. Hoje sabemos, por exemplo, que a inquisição não foi nem de longe tão dura como se costumava retratá-la e que o número de pessoas levadas aos seus tribunais foi muito menor &#8211; em várias ordens de magnitude! &#8211; do que se afirmava anteriormente. E isto não é nenhuma alegação nossa, mas conclusão claramente expressa nos melhores e mais recentes estudos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><span style="color: #b22222;"><strong>Nº2</strong></span>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">De qualquer modo, com exceção dos estudiosos da Europa medieval, a maioria das pessoas acredita que os mil anos anteriores à Renascença foram um período de ignorância e de repressão intelectual, em que não havia um debate vigoroso de idéias nem um intercâmbio intelectual criativo, e em que se exigia implacavelmente uma estrita submissão aos dogmas. Ainda hoje continua a haver autores que repetem essas afirmações. Numa das minhas pesquisas, deparei com um livro de Christopher Knight e Robert Lomas intitulado <strong>Second Messiah</strong><span style="color: #333333;"> <strong>[&#8220;O segundo Messias&#8221;],</strong></span> em que se traça um quadro da Idade Média que não poderia estar mais longe da realidade, mas que o público em geral &#8220;engole&#8221; sem hesitar, por força do preconceito e da ignorância reinantes. Podemos ler ali, por exemplo: &#8220;O estabelecimento da era cristã romanizada marcou o começo da Idade das Trevas, esse período da história ocidental em que se apagaram todas as luzes do conhecimento e a superstição substituiu o saber. Esse período durou até que o poder da Igreja Católica foi minado pela Reforma&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><span style="color: #b22222;"><strong>Nº3</strong></span>. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">E também: &#8220;Desprezou-se tudo que era bom e verdadeiro e ignoraram-se todos os ramos do conhecimento humano em nome de Jesus Cristo&#8221; .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><span style="color: #b22222;"><strong>Nº4</strong></span>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong>Hoje em dia, é difícil encontrar um único historiador capaz de ler semelhantes comentários sem rir.</strong> Essas afirmações contradizem frontalmente muitos anos de pesquisa séria, e no entanto os seus autores &#8211; que não são historiadores de profissão &#8211; repetem com inteira despreocupação estes <strong>velhos e gastos chavões.</strong> Deve ser frustrante lecionar história medieval! Por mais que se trabalhe e se publiquem evidências em contrário, quase todo o mundo continua a acreditar firmemente que a Idade Média foi um período intelectual e culturalmente vazio e que a Igreja não legou ao Ocidente senão métodos de tortura e repressão. </span></p>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">O que Knight e Lomas não mencionam é que, durante essa &#8220;Idade das Trevas&#8221;, a Igreja desenvolveu o sistema universitário europeu, autêntico dom da civilização ocidental ao mundo. Muitos historiadores se maravilham diante da ampla liberdade e autonomia com que se debatiam as questões naquelas universidades. E foi a exaltação da razão humana e das suas capacidades, o compromisso com um debate rigoroso e racional, a promoção da pesquisa intelectual e do intercâmbio entre os estudantes dessas universidades patrocinadas pela igreja &#8211; foi isso que forneceu as bases para a Revolução Científica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Nos útimos cinqüenta anos, praticamente todos os historiadores da ciência &#8211; entre eles <span style="color: #333333;"><strong>Alistair C. Crombie, David Lindberg, Edward Grant, Stanley Jaki, Thomas Goldstein e John L. Heilbron</strong></span> &#8211; chegaram à conclusão de que a própria Revolução Científica se <strong>deu à Igreja</strong>. <span style="color: #333333;"><strong>E a contribuição católica para a ciência não se limitou às idéias &#8211; incluídas as teológicas &#8211; que tornaram possível o método científico; muitos dos principais inovadores científicos foram sacerdotes</strong></span>, como <u>Nicolau Steno</u>, um luterano converso que se tornou <strong>sacerdote católico</strong> e é considerado o <span style="color: #a52a2a;"><strong>pai da geologia</strong></span>, ou <u>Athanasius Kircher</u>, <span style="color: #a52a2a;"><strong>pai da egiptologia</strong></span>, ou ainda <u>Rogério Boscovich</u>, considerado freqüentimente <span style="color: #a52a2a;"><strong>o pai da teoria atômica moderna</strong></span>. A primeira pessoa a medir a taxa de aceleração de um corpo em queda livre <strong>foi ainda outro sacerdote,</strong> <strong>o padre</strong> <u>Giambattista Riccioli</u>. E os Jesuítas dominaram a tal ponto o estudo dos terremotos que a <span style="color: #a52a2a;"><strong>sismologia</strong></span> ficou conhecida como <strong><span style="color: #8b4513;">&#8220;a ciência Jesuítica&#8221;</span></strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><strong><span style="color: #333333;"><em>E isso não é tudo. Poucos conhecem as contribuições da igreja no compo da astronomia, apesar de cerca de trinta e cinco crateras da Lua terem sido descobertas por cientistas e matemáticos <u>Jesuítas</u></em></span></strong>, dos quais receberam o nome. </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;"><span style="color: #333333;"><strong>john L. Heilbron, da Universidade da Califórnia em Berkeley, comentou que &#8220;durante mais de seis séculos &#8211; desde a recuperação dos antigos conhecimentos astronômicos durante a Idade Média até o Iluminismo &#8211; , a Igreja Católica Romana deu mais ajuda financeira e suporte social ao estudo da astronomia do que qualquer outra instituição e, provavelmente, mais do que todas as outras juntas&#8221;.</strong></span> </span></p>
<p><span style="color: #b22222;"><strong>Nº5</strong></span><strong style="font-size: 18px; text-align: justify;">.</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Mesmo assim, o verdadeiro papel da Igreja no desenvolvimento da ciência continua a ser até hoje um dos temas mais completamentes silenciados pela historiografia moderna. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18px;">Embora a importância da tradição monástica seja reconhecida em maior ou menor grau nos livros de História &#8211; todo o mundo sabe que, no rescaldo da queda de Roma, os monges preservaram a herança literária do mundo antigo, para não dizer a própria capacidade de ler e escrever -, o leitor descobrirá nesta obra que a sua contribuição foi, na realidade, muito maior. Praticamente não há ao longo da Idade Média nenhum empreendimento significativo para o progresso da civilização em que a intervenção dos monges não fosse decisiva. Os monges proporcionaram &#8220;a toda Europa [&#8230;] uma rede de indústrias-modelo, centros de criação de gado, centros de pesquisa, fervor espiritual, a arte de viver [&#8230;], a predisposição para a ação social, ou seja, [&#8230;] uma civilização avançada, que emergiu das vagas caóticas  da barbárie circundante. São Bento, o mais importante arquiteto do monacato ocidental, foi, sem dúvida alguma, o pai da Europa. E os beneditinos, seus filhos, foram os pais da civilização européia&#8221;. </span></p>
<p><a href="https://www.franciscocatolico.com.br/news/a1-a-igreja-indispensavel/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="follow external noopener noreferrer">Fonte:franciscocatolico.com.br </a></p>
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